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Caros seguidores,

Seguimos esta semana para o terceiro episódio da décima primeira temporada. Como já referi na review anterior, e como pude constatar esta semana novamente, a trama está a surpreender. Tanto pela interpretação dos atores como pelo roteiro e enredo que a serie está a levar.

O episódio começa com uma severa tensão entre Owen e Torres. A verdade é que Hunt não consegue esquecer Yang, por tudo o que passaram e por aquilo que lhe fez ao aceitar esta proposta na Suíça. Na minha opinião este é um dos pontos fracos desta temporada, está na altura de ultrapassar o abandono de Yang. O que foi feito daquela médica por quem ele se interessou um pouco antes de Cristina abandonar Seattle? A relação deles já não estava bem mesmo antes da cirurgiã o ‘abandonar’, está na hora de Owen Hunt se interessar por alguém que lhe dê valor e que o faça feliz.

Voltamos ao assunto Pierce-Grey. Para mal da vida de Meredith, Pierce é mesmo sua irmã, apesar de todas as desconfianças e com a ajuda de Alex, consegue descobrir que a mãe (Ellis Grey) deu á luz em 1983. E o pai é o Dr. Webber. E quando este lhe conta ‘subentendidamente’ que é seu pai…a reação não é a melhor.

Outro foco deste episódio foi sem-duvida, a relação entre Derek e Grey. Custa acreditar que depois de tudo o que passaram não consigam resolver esta situação. Derek teve uma atitude altruísta perante a família e mesmo assim Grey não aceitou. E o mais grave, no meu ver, foi não lhe dizer que Pierce é sua irmã. Todo o enredo em volta desta história está-me a deixar novamente viciada pela serie. Têm sido 45 minutos muito intensos e que nos deixam presos ao ecrã.

Ponto forte deste episódio: Discussão entre os irmãos Shepherd, adorei ver este confronto, estou a adorar o desempenho da atriz que interpreta Dra. Shepherd. Outro assunto de bastante interesse, apesar de já se estar a tornar maçador, é a ‘gravidez’ de Torres e Arizona. O problema que elas estão a enfrentar, acerca da gestão do tempo que irão ter para o novo bebe é mais comum, na sociedade atual do que aquilo que nos imaginamos que seja. A diferença é que existem casais que pensam antes de ter um novo filho e outros que não e depois não conseguem lidar com todas as responsabilidades- entre o trabalho profissional, o trabalho domésticos e o de educadores. E talvez seja essa uma das razões mais fortes para o decréscimo das taxas de natalidade. Ora aqui está um problema que ultrapassa a tela da tv e que está bem presente nos nossos dias. Os meus Parabéns a “Anatomia de Grey” por nos retratar uma situação tão complexa quanto esta.

E quem ganhou o lugar de Yang no conselho foi Bailey, o que vocês acharam? Eu estava a torcer pelo Alex, não é que Bailey não merecesse (e acho que foi um modo de destacar mais uma vez esta personagem que estava a ficar um pouco apagada) mas Karev já passou por tanto ao longo destas 11 temporadas…Lá vamos ter que esperar pelo próximo episódio para saber o seu destino.

E termino com as palavras de Grey: «Cirurgiões são criados para serem invulneráveis. É muito difícil ficarmos vulneráveis. Porque sabemos exatamente quão profundas algumas feridas podem ser. Mas a vulnerabilidade não é o oposto de força. É uma parte necessária. Precisamos de nos forçar a abrir, a nos expormos, a dar tudo o que temos, e rezar para que seja bom o suficiente» e não é assim mesmo, sejamos ou não cirurgiões?

Boa semana ‘series fanáticos’ !

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